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Seminário no Piaui discute dengue, chikungunya e Zika

Escrito por Regina Castro | Criado: Terça, 26 Janeiro 2016 13:04 | Publicado: Terça, 26 Janeiro 2016 13:04 | Última atualização: Quinta, 04 Fevereiro 2016 09:32 | Acessos: 1781

Para reforçar as ações de mobilização e discutir alternativas para o enfrentamento ao Aedes aegypti, a Fundação Oswaldo Cruz realizou, nos dias 21 e 22 de janeiro, em Teresina (PI), o Seminário Dengue, Chikungunya e Zika: Controle e Intervenção na Saúde.

Especialistas discutiram o Plano Nacional de Enfrentamento ao Aedes e à Microcefalia (Foto: MS)

 

Realizado em parceria com o Ministério da Saúde, a Secretaria Estadual de Saúde do Piauí e a Fundação de Amparo à Pesquisa do estado, o evento teve como objetivo fortalecer a rede de assistência à saúde e conscientizar a população sobre as medidas de prevenção contra o mosquito transmissor das três doenças. A programação do seminário contou com painéis e debates com a participação de técnicos da pasta e Fiocruz, além de representantes estaduais e municipais de órgãos públicos responsáveis por ações de combate e controle do Aedes Aegypti.

Durante o encontro, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, apresentou aos profissionais e gestores os detalhes do Plano Nacional de Enfrentamento ao Aedes e à Microcefalia. O plano envolve 19 órgãos e instituições federais e é dividido em três eixos de ação: Mobilização e Combate ao Mosquito; Atendimento às Pessoas; e Desenvolvimento Tecnológico, Educação e Pesquisa. As medidas emergenciais estão sendo colocadas em prática para intensificar o combate ao mosquito, em uma grande mobilização nacional do governo federal em parceria com estados e municípios.

"Nós só venceremos a batalha contra o mosquito quando tivermos uma vacina contra o vírus zika. Nossos laboratórios estão estudando várias linhas de pesquisas para desenvolver uma em tempo hábil. Mas isso leva tempo e, enquanto a gente não tem o remédio, temos que mobilizar a sociedade para derrotar o Aedes. A arma que temos hoje para enfrentar o mosquito é não deixar ele nascer”, ressaltou o ministro Marcelo Castro.

Para garantir que a população intensifique as ações de combate em suas residências, estão sendo realizadas ações com agentes comunitários de saúde, profissionais das equipes de Atenção Domiciliar/Melhor em Casa e agentes de endemias para o controle do vetor e eliminação de criadouros. Além das equipes, as Forças Armadas e a Defesa Civil também fornecem apoio logístico para transporte de profissionais de saúde e distribuição de inseticidas.

A execução é acompanhada pela Sala Nacional de Coordenação Interagências. Os estados também criarão suas salas, que contarão com a presença de representantes do Ministério da Saúde, Secretarias de Saúde, Educação, Segurança Pública (PM e Bombeiros), Assistência Social, Defesa Civil e Forças Armadas.

* Fonte: Agência Fiocruz de Notícias (AFN)

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